XBOX ONE DYING LIGHT

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R$79,90

Em Dying Light, o jogador assume o papel de Kyle Crane, vulgo 31. Ele é agente especial da GRE, uma organização responsável por cuidar dos sobreviventes em uma zona de quarentena. As pessoas que vivem na Torre, uma das principais localidades, não são conhecidas pelos nomes reais.

A região é Harran, uma cidade da Turquia, conhecida por ser o único local do mundo afetado por um misterioso vírus. O objetivo do destemido protagonista é aparentemente simples: localizar e recuperar um documento sigiloso que acabou caindo em mãos erradas. Se as informações forem divulgadas, uma catástrofe poderá acontecer.

O início da aventura pós-apocalíptica (Foto: Reprodução/Victor Teixeira)
O início da aventura pós-apocalíptica é "morno". (Foto: Reprodução/Victor Teixeira)
 

No decorrer da aventura, Crane precisa cumprir certos favores para conseguir se aproximar de Suleiman (conhecido em Harran como “Rais”), o déspota que supostamente está com o arquivo em mãos. Durante a primeira cena protagonizada pelo agente infiltrado, ele acaba sendo atingido por um dos mortos-vivos.

Assim como os outros sobreviventes que foram infectados, Crane precisa da vacina Antizina, capaz de inibir a propagação dos efeitos do vírus. Aliás, diversas missões principais e secundárias giram em torno da incessante busca pela valiosa cura temporária. Em consequência, há atividades bastante repetitivas, cuja dinâmica consiste em ir do ponto A até o ponto B para buscar ou levar algo.

Além de decapitar zumbis e pisoteá-los até as tripas deixarem os corpos, o herói também precisa lidar com membros de grupos locais que, cá entre nós, são mais perigosos e ágeis do que qualquer morto-vivo.

Harran está infestada de criaturas grotescas (Foto: Reprodução/Victor Teixeira)
Harran está infestada de criaturas grotescas. (Foto: Reprodução/Victor Teixeira)
 

Não recomendado para quem tem medo de altura

Não pense que, logo nos primeiros minutos de jogatina, será possível explorar a cidade de Harran. O início da jornada pós-apocalíptica é morno e pouco impactante, já que o título apresenta com detalhes todas as mecânicas que integram o gameplay.

Na verdade, o tutorial ajuda muito. Afinal, ele introduz os principais elementos do jogo, como a dinâmica de missões, a inédita movimentação de parkour, o sistema de upgrades e, é claro, o arsenal de itens e armas.

Ao longo dos primeiros minutos, o jogador também poderá lidar com o excelente sistema de criação de itens herdado de Dead Island. A grande novidade é, sem dúvida, o parkour. Sob uma perspectiva em primeira pessoa, Crane é capaz de alcançar qualquer plataforma vertical, independentemente da altura.

Os movimentos de parkour vão ajudá-lo a alcançar locais importantes (Foto: Reprodução/Victor Teixeira)
Os movimentos de parkour vão ajudá-lo a alcançar locais importantes. (Foto: Reprodução/Victor Teixeira)
 

A última vez que o parkour esteve presente em um jogo de primeira pessoa foi em Mirror’s Edge, lançado em 2008. Assim como na vida real, a arte do deslocamento é difícil de ser dominada em Dying Light.

Durante as primeiras horas de jogatina, será comum cair ou errar a execução dos movimentos. Isso porque que o personagem ainda não terá desbloqueado novas habilidades, e o jogador ainda não estará tão familiarizado com a mecânica de direcionar o herói para o local desejado.

Diferentemente de Assassin’s Creed, cujo parkour é executado através de um único botão, em Dying Light, você precisará mirar com precisão para não despencar de um prédio, por exemplo. Isso significa que cada movimento - por mais simples que seja - precisa ser estudado com cautela antes de ser executado.

Além disso, após diversas horas acumuladas durante a campanha, Crane será capaz de usar um arpéu para se locomover com mais velocidade. O acessório não é novidade, já que também fez sucesso em Far Cry 4 e Just Cause 2. Além disso, ele funciona muito bem com o parkour, garantindo mais fluidez na jogabilidade.

Há diversas classes de zumbis em Dying Light (Foto: Reprodução/Victor Teixeira)
Há diversas classes de zumbis em Dying Light. (Foto: Reprodução/Victor Teixeira)

Um lugar cheio de segredos

Não se espante com a quantidade de itens e acessórios espalhados por Harran. Um dos pontos mais positivos é a variedade de combinações que Crane pode realizar. Vasculhar os ambientes de forma minuciosa é uma necessidade (quase uma obrigação) para quem pretende passar um bom tempo ao lado da população infectada.

Vasculhe todos os ambientes do game (Foto: Reprodução/Victor Teixeira)
Vasculhe todos os ambientes do game. (Foto: Reprodução/Victor Teixeira)
 

O sistema de upgrades também merece elogios. A partir do momento em que novas habilidades são desbloqueadas, a dinâmica muda totalmente, dando uma sensação maior de liberdade. No total, temos três árvores de skills: sobrevivência, força e agilidade.

O medidor de força aumenta gradualmente durante os embates contra os zumbis. Execuções pouco comuns, como atirar um morto-vivo em uma armadilha mortal, por exemplo, concedem uma quantidade de pontos maior.

Aprimore habilidades específicas (Foto: Reprodução/Victor Teixeira)
Aprimore habilidades específicas. (Foto: Reprodução/Victor Teixeira)
 

No caso da agilidade, para que novos movimentos de parkour sejam desbloqueados, será preciso dominar a arte do deslocamento, com saltos precisos e sequências de manobras perfeitas. Por fim, o medidor de sobrevivência sobe de acordo com as missões concluídas.

Em um determinado momento da jogatina, o personagem estava desproporcionalmente evoluído em agilidade, pois sempre fugíamos dos mortos-vivos. Logo, tivemos que estripar alguns zumbis para desbloquear habilidades inéditas de combate, visando balancear ambas especialidades. 

“Os zumbis mais lindos que eu já vi”

Dying Light surpreende pela qualidade visual e pela quantidade de detalhes que preenchem Harran. Cada região da cidade turca possui uma identidade visual única, o que poucos games conseguem proporcionar.

Você pode perambular favelas, pontes destruídas, belíssimas praias, vilarejos, túneis e complexas áreas industriais. A diversidade é de cair o queixo, assim como os impressionantes efeitos de iluminação, que conseguem dar muito mais vida ao vasto mundo aberto.

Visual exibe detalhes minuciosos (Foto: Reprodução/Victor Teixeira)
O visual exibe detalhes minuciosos. (Foto: Reprodução/Victor Teixeira)
 

Na parte sonora, a atmosfera é intensificada por grunhidos, crepitações e barulhos vindos do além, especialmente no período noturno. A trilha sonora também apresenta faixas bem compostas, conduzidas por densas melodias de sintetizadores

 

 

Fonte: Techtudo

Marca: Techland
Categoria: JOGOS

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