PS4 HOMEFRONT: THE REVOLUTION

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R$79,90

Admirável mundo novo

Por mais inverossímil que possa parecer, a premissa de Homefront: The Revolution consegue ser bastante intrigante e promissora. O jogo se passa em uma Terra alternativa, onde a Coréia do Norte se tornou uma potência tecnológica e econômica na década de 1970, enquanto que os Estados Unidos se afundaram em dívidas com as empreitadas militares de George W. Bush.

Homefront: The Revolution desperdiça uma boa premissa (Foto: Divulgação/Deep Silver)
Homefront: The Revolution desperdiça uma boa premissa (Foto: Divulgação/Deep Silver)
 

É uma pena que tanta criatividade seja desperdiçada. De que adianta criar um novo cenário político se o game ainda insiste em colocar o jogador na pele de um soldado norte-americano contra os inimigos? Este "mais do mesmo" exclui parte do carisma do game e ajuda a torná-lo apenas mais um na imensa massa de jogos de FPS disponíveis no mercado.

Onde está a revolução?

A trama não é uma sequência dos eventos vistos na franquia Homefront, mas sim uma reimaginação de seus eventos. o que torna The Revolution uma espécie de reboot. Tal ideologia parece ter sido implementada na jogabilidade e design dos níveis, que apenas recriam o que já foi visto.

Homefront: The Revolution não consegue ter identidade própria (Foto: Divulgação/Deep Silver)
Homefront: The Revolution não consegue ter identidade própria (Foto: Divulgação/Deep Silver)
 

Homefront: The Revolution é estruturado em uma série de zonas, cada uma delas com sua dose de tarefas e missões paralelas, bem ao estilo GTA. Aqui, os níveis englobam desde acabar com pequenos exércitos até sabotar veículos e resgatar prisioneiros.

Progredindo pelas zonas, é possível montar bases e hackear a tecnologia coreana para revelar pontos de interesse no mapa. Ou seja, algo praticamente idêntico a todos os títulos da série Far Cry. A falta de inspiração é agravada pelo fato de The Revolution ser tão tedioso quanto os piores sandbox, obrigando o jogador a bancar o "office boy" e apenas correr do ponto A ao B para cumprir seu trabalho.

Homefront: The Revolution se inspira em Far Cry (Foto: Divulgação/Deep Silver)
Homefront: The Revolution se inspira em Far Cry (Foto: Divulgação/Deep Silver)
 

Ruas da Filadélfia

Homefront: The Revolution se passa na Filadélfia, um de seus poucos pontes fortes dignos de destaque. A equipe de desenvolvimento conseguiu criar uma cidade bastante crível, dona de uma arquitetura variada e cativante.

Tanto o interior das construções quanto as ruas da terra de Rocky Balboa mostram uma simulação que remete à cidade real. Assim, o departamento visual se consagra como o ponto mais forte do título.

Homefront: The Revolution mostra uma bela Filadélfia (Foto: Divulgação/Deep Silver)
Homefront: The Revolution mostra uma bela Filadélfia (Foto: Divulgação/Deep Silver)
 

O pior soldado do pelotão

Infelizmente, The Revolution não apresenta uma boa jogabilidade. A inteligência artificial dos inimigos é muito datada e fácil. Como em um jogo dos anos 1990, há muitos padrões e saídas fáceis. Caso um alarme seja acidentalmente acionado, basta dar a volta, esperar alguns segundos e tudo voltará ao normal.

Por outro lado, é bom que a inteligência artificial precária ajude o jogador, já que as armas e jogabilidade servem como obstáculo natural. Atirar não possui o peso ou precisão esperadas, então a melhor alternativa é explorar a burrice dos inimigos para sobreviver.

Homefront: The Revolution possui péssima jogabilidade (Foto: Divulgação/Deep Silver)
Homefront: The Revolution possui péssima jogabilidade (Foto: Divulgação/Deep Silver)
 
 
 
Fonte: Techtudo
Marca: Deep Silver
Categoria: JOGOS

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