PS4 DYING LIGHT

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Em Dying Light, o jogador assume o papel de Kyle Crane, vulgo 31. Ele é agente especial da GRE, uma organização responsável por cuidar dos sobreviventes em uma zona de quarentena. As pessoas que vivem na Torre, uma das principais localidades, não são conhecidas pelos nomes reais.

A região é Harran, uma cidade da Turquia, conhecida por ser o único local do mundo afetado por um misterioso vírus. O objetivo do destemido protagonista é aparentemente simples: localizar e recuperar um documento sigiloso que acabou caindo em mãos erradas. Se as informações forem divulgadas, uma catástrofe poderá acontecer.

O início da aventura pós-apocalíptica (Foto: Reprodução/Victor Teixeira)
O início da aventura pós-apocalíptica é "morno". (Foto: Reprodução/Victor Teixeira)
 

No decorrer da aventura, Crane precisa cumprir certos favores para conseguir se aproximar de Suleiman (conhecido em Harran como “Rais”), o déspota que supostamente está com o arquivo em mãos. Durante a primeira cena protagonizada pelo agente infiltrado, ele acaba sendo atingido por um dos mortos-vivos.

Assim como os outros sobreviventes que foram infectados, Crane precisa da vacina Antizina, capaz de inibir a propagação dos efeitos do vírus. Aliás, diversas missões principais e secundárias giram em torno da incessante busca pela valiosa cura temporária. Em consequência, há atividades bastante repetitivas, cuja dinâmica consiste em ir do ponto A até o ponto B para buscar ou levar algo.

Além de decapitar zumbis e pisoteá-los até as tripas deixarem os corpos, o herói também precisa lidar com membros de grupos locais que, cá entre nós, são mais perigosos e ágeis do que qualquer morto-vivo.

Harran está infestada de criaturas grotescas (Foto: Reprodução/Victor Teixeira)
Harran está infestada de criaturas grotescas. (Foto: Reprodução/Victor Teixeira)

Não recomendado para quem tem medo de altura

Não pense que, logo nos primeiros minutos de jogatina, será possível explorar a cidade de Harran. O início da jornada pós-apocalíptica é morno e pouco impactante, já que o título apresenta com detalhes todas as mecânicas que integram o gameplay.

Na verdade, o tutorial ajuda muito. Afinal, ele introduz os principais elementos do jogo, como a dinâmica de missões, a inédita movimentação de parkour, o sistema de upgrades e, é claro, o arsenal de itens e armas.

Ao longo dos primeiros minutos, o jogador também poderá lidar com o excelente sistema de criação de itens herdado de Dead Island. A grande novidade é, sem dúvida, o parkour. Sob uma perspectiva em primeira pessoa, Crane é capaz de alcançar qualquer plataforma vertical, independentemente da altura.

Os movimentos de parkour vão ajudá-lo a alcançar locais importantes (Foto: Reprodução/Victor Teixeira)
Os movimentos de parkour vão ajudá-lo a alcançar locais importantes. (Foto: Reprodução/Victor Teixeira)
 

A última vez que o parkour esteve presente em um jogo de primeira pessoa foi em Mirror’s Edge, lançado em 2008. Assim como na vida real, a arte do deslocamento é difícil de ser dominada em Dying Light.

Durante as primeiras horas de jogatina, será comum cair ou errar a execução dos movimentos. Isso porque que o personagem ainda não terá desbloqueado novas habilidades, e o jogador ainda não estará tão familiarizado com a mecânica de direcionar o herói para o local desejado.

Diferentemente de Assassin’s Creed, cujo parkour é executado através de um único botão, em Dying Light, você precisará mirar com precisão para não despencar de um prédio, por exemplo. Isso significa que cada movimento - por mais simples que seja - precisa ser estudado com cautela antes de ser executado.

Além disso, após diversas horas acumuladas durante a campanha, Crane será capaz de usar um arpéu para se locomover com mais velocidade. O acessório não é novidade, já que também fez sucesso em Far Cry 4 e Just Cause 2. Além disso, ele funciona muito bem com o parkour, garantindo mais fluidez na jogabilidade.

Há diversas classes de zumbis em Dying Light (Foto: Reprodução/Victor Teixeira)
Há diversas classes de zumbis em Dying Light. (Foto: Reprodução/Victor Teixeira)
 

O combate foi influenciado por Dead Island, porém, está mais técnico. Assim, o jogador deverá analisar friamente a movimentação dos inimigos antes de atacar, uma vez que cada investida consome uma grande quantidade de energia. Dessa forma, não adianta sair batendo em todos os zumbis de forma desenfreada com um pé de cabra, pois você certamente ficará exposto e incapaz de se esquivar e contra-atacar.

Um lugar cheio de segredos

Não se espante com a quantidade de itens e acessórios espalhados por Harran. Um dos pontos mais positivos é a variedade de combinações que Crane pode realizar. Vasculhar os ambientes de forma minuciosa é uma necessidade (quase uma obrigação) para quem pretende passar um bom tempo ao lado da população infectada.

Vasculhe todos os ambientes do game (Foto: Reprodução/Victor Teixeira)
Vasculhe todos os ambientes do game. (Foto: Reprodução/Victor Teixeira)
 

O mapa de Harran não é imenso, mas é extremamente detalhado, com inúmeras construções e objetos. Um dos aspectos mais bacanas de Dying Light é a possibilidade de entrar em qualquer residência no melhor estilo RPG. Algumas localidades estão trancadas. Mas, independente das poucas casas restritas, ainda existem diversas construções abertas e prontas para serem exploradas.

O sistema de upgrades também merece elogios. A partir do momento em que novas habilidades são desbloqueadas, a dinâmica muda totalmente, dando uma sensação maior de liberdade. No total, temos três árvores de skills: sobrevivência, força e agilidade.

Aprimore habilidades específicas (Foto: Reprodução/Victor Teixeira)
Aprimore habilidades específicas. (Foto: Reprodução/Victor Teixeira)

O “bicho pega” no período noturno

Enquanto de dia os zumbis estão mais “zen” e em bandos menores, o período da noite abriga as mais diversas aberrações, incluindo a aterrorizante criatura conhecida como Volátil.

De noite, o número de infectados aumenta, assim como o nível de dificuldade. Por esse motivo, os pontos de experiência conquistados são duplicados para incentivá-lo a sobreviver à esse aterrorizante período.

O jogador pode usar um dos locais seguros para dormir. Com isso, você ainda acelera o ciclo entre dia e noite. Assim que o relógio marcar nove horas, sobreviver será a sua principal preocupação.

À noite, a coisa fica séria (Foto: Reprodução/ Victor Teixeira)
De noite, fica ainda mais difícil sobreviver. (Foto: Reprodução/ Victor Teixeira)
 

 

Fonte: Techtudo

Estado: Novo
Marca: Techland
Categoria: JOGOS

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